A Sopa Natural Balance Wellness da Oriflame como Fonte de Proteína

Fontes de proteína
Fontes de proteína | Fonte: oriflame.pt

Proteína, gordura e hidratos de carbono, além da água, constituem quase na totalidade a nossa alimentação, com a restante quantidade sendo vitaminas e minerais. A proteína (do Grego: proteios = o primeiro) é o mais dominante de todos os nutrientes. Ela perfaz 70 % do peso seco das células. As proteínas conferem estrutura ao tecido e atuam como enzimas, hormonas, anticorpos e transportam moléculas, tudo o que torna a vida possível.

As proteínas são construídas como cadeias longas de centenas ou milhares de aminoácidos, dos quais existem vinte tipos diferentes. Oito deles são chamados essenciais porque o corpo não consegue produzi-los por si próprio. Se nos faltar mesmo que seja apenas um destes aminoácidos essenciais, o processo de renovação celular abrandará ou poderá mesmo parar. Contudo, para uma nutrição ideal, todos os vinte aminoácidos são necessários em quantidades suficientes.


Nutrição Animal e Vegetal


As proteínas alimentares, que contêm uma quantidade significativa de todos os aminoácidos essenciais, são designadas proteínas completas. Elas encontram-se principalmente em produtos animais, tais como peixe, ovos, carne e leite.

A maioria dos alimentos vegetais contém um pouco menos de um ou mais aminoácidos essenciais. Contudo, enquanto uma fonte vegetal pode não ter um ou mais aminoácidos, uma mistura de legumes, cereais, feijões, leguminosas e frutos secos irá conter a totalidade.

Isto são boas notícias para todos aqueles que, por algum motivo, não consomem produtos de origem animal, além de também ser bom para o ambiente, uma vez que a reprodução animal requer muitas mais fontes naturais do que alimentos vegetais.

Além disso, um número crescente de investigadores e instituições científicas, entre as quais a Escola de Saúde Pública de Harvard, indicam que as proteínas de origem vegetal são as mais saudáveis a longo prazo.


Relação entre a alimentação e a doença crónica


No livro The China Study (2005) – um dos livros sobre nutrição mais vendidos da América – é analisada a relação entre a nutrição e a doença crónica, incluindo doenças cardíacas, diabetes, obesidade e diversos tipos de cancro.

Este livro tem como base um estudo de 20 anos, conduzido pela Universidade de Oxford e pela Universidade de Cornell, em cooperação com a Academia Chinesa de Medicina Preventiva, descrito pelo New York Times como: “o maior e mais abrangente estudo alguma vez levado a cabo sobre a relação entre a alimentação e o risco de desenvolver doenças”.

Grandes populações em zonas rurais da China foram analisadas e comparadas com as populações ocidentais, e a conclusão foi que as pessoas com um elevado consumo de alimentos de origem animal têm maior propensão para desenvolver uma doença crónica, enquanto as pessoas com uma alimentação mais à base de vegetais tendem a manter-se mais saudáveis. Estes resultados estão também de acordo com as experiências de Okinawa.

Sopa Natural Balance Wellness da Oriflame
Sopas Natural Balance | Fonte: oriflame.pt

O alto teor proteico da Sopa Natural Balance Wellness da Oriflame, é baseado em três fontes de proteínas de origem vegetal: ervilha, soja e batata. Quando em conjunto fornecem todos os aminoácidos que o corpo precisa. O conteúdo proteico foi desenvolvido e testado em Igelosa, para proporcionar uma proteína vegetariana completa.

Fonte: oriflame.pt

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